Na última segunda-feira resolvi me inscrever no curso de ioga para gestante. Simplesmente adorei. Os movimentos com a respiração consciente me fizeram um bem danado. E olha que foi só uma sessão. Bem, mas minha amiga Patrícia Ruiz, professora formada em ioga, me aconselhou a esperar mais um pouco para fazer as aulas regulares. Até o quinto mês cheio, ela declarou. Pois bem, segui o conselho desta sábia e querida guru. Vou esperar.
Hoje retomei as caminhadas, mas para isso eu sou mais preguiçosa, né bebê?! (Na foto, eu na semana passada, com 13 semanas. Que barrigão!!!)
Bem, a vontade de fazer ioga nasceu com a minha vontade de tornar o meu próximo parto normal mais fácil do que o anterior. O Heitor tem sido testemunha disto, pois já venho conversando muito com ele sobre a hora "h". Já li dois livros nos últimos dez dias sobre o tema. Além de várias páginas na net e contatos que fiz sobre partos naturais. Os partos em casa, no seio familiar, são os que mais me encantam.
Às mulheres que me leem fica a reflexão: vamos fugir do parto mecanizado e desumanizado dos hospitais que tratam nascimentos como produção de massa. Este momento ímpar tem de ser respeitado e cabe a nós, mulheres, os elos mais sensíveis, nos impormos.
Pelas minhas incursões no mundo dos partos, desde a minha primeira gestação, descobri que os interesses financeiros de médicos, hospitais e convênios, acabam prevalecendo. E como a mulher fica muito sensível, já tem o temor - consciente e inconsciente - do parto normal, acabando sendo atraídas pelo canto da sereia: marque um horário e tenha um parto sem dor (cesárea).
Em raríssimos casos o parto normal não é indicado. Isto é o que mais me chocou.
E posso dar o meu testemunho: parto normal não mata de dor, é sublime. É você no comando, total, e o bebê trabalhando, desde as suas entranhas, para vir ao mundo, na hora que ele desejar. Tanto é assim que quero repetir a experiência, só que desta vez sei que estarei mais preparada ainda. Pois com o ioga, exercícios de respiração, visualização e outras técnicas na "hora h" sei que o meu trabalho e do Heitor será mais facilitado. Amém.
Dicas de livros:
- Nascer sorrindo, Frédérick Leboyer
- Dar à luz... renascer - Gravidez e parto, Lívia Pavitra
- Se me contassem o parto, Frédérick Leboyer
- Saúde Natural para mulheres grávidas, Elizabeth Burch e Judith Sachs
Hoje retomei as caminhadas, mas para isso eu sou mais preguiçosa, né bebê?! (Na foto, eu na semana passada, com 13 semanas. Que barrigão!!!)
Bem, a vontade de fazer ioga nasceu com a minha vontade de tornar o meu próximo parto normal mais fácil do que o anterior. O Heitor tem sido testemunha disto, pois já venho conversando muito com ele sobre a hora "h". Já li dois livros nos últimos dez dias sobre o tema. Além de várias páginas na net e contatos que fiz sobre partos naturais. Os partos em casa, no seio familiar, são os que mais me encantam.
Às mulheres que me leem fica a reflexão: vamos fugir do parto mecanizado e desumanizado dos hospitais que tratam nascimentos como produção de massa. Este momento ímpar tem de ser respeitado e cabe a nós, mulheres, os elos mais sensíveis, nos impormos.
Pelas minhas incursões no mundo dos partos, desde a minha primeira gestação, descobri que os interesses financeiros de médicos, hospitais e convênios, acabam prevalecendo. E como a mulher fica muito sensível, já tem o temor - consciente e inconsciente - do parto normal, acabando sendo atraídas pelo canto da sereia: marque um horário e tenha um parto sem dor (cesárea).
Em raríssimos casos o parto normal não é indicado. Isto é o que mais me chocou.
E posso dar o meu testemunho: parto normal não mata de dor, é sublime. É você no comando, total, e o bebê trabalhando, desde as suas entranhas, para vir ao mundo, na hora que ele desejar. Tanto é assim que quero repetir a experiência, só que desta vez sei que estarei mais preparada ainda. Pois com o ioga, exercícios de respiração, visualização e outras técnicas na "hora h" sei que o meu trabalho e do Heitor será mais facilitado. Amém.
Dicas de livros:
- Nascer sorrindo, Frédérick Leboyer
- Dar à luz... renascer - Gravidez e parto, Lívia Pavitra
- Se me contassem o parto, Frédérick Leboyer
- Saúde Natural para mulheres grávidas, Elizabeth Burch e Judith Sachs
Parto normal sempre!
ResponderExcluirO meu parto foi maravilhoso, se tivesse outro bebê queria que fosse exatamente igual!
Boa sorte no seu PN, veja este blog
www.redondamentegravida.blogspot.com
qualidade de vida na gestação!
bejos
Muito linda sua decisão.\minhas duas filhas foram de parto normal, hje elas me agradecem, pois já são adultas e sabem os beneficios de nascer de parto normal.Não foi em casa, pois iniciaram suas saidas antes do previstos, uma com 37 semanas e a outra com 36. a primeira nasceu com 2850 k, e 50 cm grande! Tive uma sensação maravilhosa quando ela saiu e ouvi seu som . A outra 3850 e 50cm foi maior , realmente a natureza e sábia não tinha como ficarem mais tempo,Tudo foi muito lindo! Tô torcendo por vcs! Seu diario e a coisa mais linda, permite até que a gente veja o Heitor!Bjs minha amiga.
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